
Por Dulce Gabiate
Todos os dias ouvimos relatos de insatisfação sobre situações vividas, comportamentos indesejados, ações que não são postas em prática.
Há sempre alguém lamentando pelo que deixou de fazer, do que fez e não gostou , de comportamentos que gostaria de não ter realizado.
E a pergunta natural que surge é: porque me comportei assim?
o que estou deixando de fazer?
o que é necessário para modificar?
perguntas quase sempre, sem respostas imediatas.
Sabemos que são as perguntas que movem o mundo, estimulam as buscas, motivam os nossos cérebros. Então, podemos pensar: o que me leva a repetir comportamentos indesejáveis, a agir de forma inadequada, a ter surtos de emoções descontroláveis dos nossos desejos supostamente conscientes?
Cabe agora uma pequena reflexão: Quem é você? Quais são os valores, princípios e crenças que movem suas ações?
Quais são os seus objetivos de vida?
Saber identificar estas respostas é uma das chaves para compreender porque você age da forma que age.Todos nós somos resultados das aprendizagens que ocorrem nos grupos familiares onde estamos inseridos e aprendemos a atuar, somos também resultado dos somatórios de crenças e valores dos ambientes que frequentamos, das coisas que acreditamos e principalmente dos significados que damos as experiências em nossa vida e da necessidade de inserçao e aceitação no mundo.
Se somos podados em nossos desejos, se carregamos um sentimento de inadequação e não aceitação, tendemos a duvidar de nossas competências, a nos sentir inseguros quando expostos, a ter dificuldades em realizar provas, testes, avaliar e ser avaliado e de alguma maneira necessitar de aprovação e permissão para atuar livremente e sentir-se pleno.
Este sintoma se apresenta em vários segmentos da sociedade, não excluindo: ricos e pobres, sexo, os diferentes tipos étnicos ou religiosos.
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Eu acredito no potencial que existe em cada pessoa, na possibilidade de mudança e ressignificação de eventos, e você?






